A ETERNIDADE DE UM MINUTO

Queridos amigos leitores e apreciadores da literatura. Estou aproveitando o ócio criativo "Prisioneiro na Caverna", em razão da pandemia para escrever e publicar novas crônicas, contos, poemas et cetera. Já escrevi mais de três dúzias nesse período. Também estou experimentando novas possibilidades.Deixar a barba crescer para visualizar o mundo, a mim mesmo e as pessoas com um olhar de "Troglodita" e ousar fazer o que nunca fiz antes, por exemplo: produzir sozinho um vídeo lendo o poema "26 de marco" do meu livro "Gotas de Esperança".

Não levem a sério essa produção é apenas um treino de um ator amador para as futuras vitórias nos campeonatos de "Vídeos da Vida". Divirtam-se com a seriedade do autor que se fez ator por pouco mais de um minuto, que pareceu uma eternidade "A eternidade de um minuto". É mais fácil escrever que encenar. Ser escritor que ator. Assim eu avalio com visão na minha vivência. É preciso treinar, treinar e treinar bastante para se preparar para o jogo da vida. E treinar centenas de vezes mais para mudar e incorporar novos hábitos, atitudes e comportamentos. Forte abraço a todos.


(*) Carlos Sanches, Engenheiro e Escritor.
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