São Paulo e RJ: "quarentena inteligente", Witzel é acusado de participação no "COVIDÃO"

Em meio a pandemia, o noticiário político do país continua a todo o vapor. João Dória governador do Estado de São Paulo, anuncia que nesta quarta-feira irá apresentar o prolongamento da quarentena até o dia 01 de Junho, prometendo implantar dessa vez uma quarentena inteligente, abandonando segundo ele a quarentena homogênea. No inicio do mês de maio o politico do PSDB prometeu iniciar o relaxamento no que chamou de (O Plano São Paulo), porém com o aumento da curva de novos casos, o plano foi deixado de lado, tanto ele quanto o prefeito da capital, anunciaram tentativas de aumento das taxas de isolamento, poém até o momento, nenhuma delas surtiram efeito, a última tentativa foi adiantar feriados que perfizeram uma semana nesta segunda-feira, mas em momento algum a taxa de isolamento chegou aos níveis desejados. 

Wilson Witzel atual mandatário do Estado do Rio de Janeiro, começa a semana como um dos principais alvos da operação da policia federal denominada "placebo'', uma alusão ao medicamento fake usado em pesquisas médicas. Desde o mês de abril a PF vem investigando entes políticos do RJ, ligados ao atual governo do estado, as investigações apontam para indícios de superfaturamento em compras de equipamento medicos voltados para a batalha contra o covid-19. Algumas dessas pessoas foram presas ainda no mês de abril, e agora o radar da investigação está voltado para o Palácio da Guanabara. Witzel é apontado como parte integrante e possível mentor da máfia que estaria por detrás dos desvios. O termo cunhado pelo atual presidente do PTB, Roberto Jefferson com sendo o "Covidão", já começa ser usado pela mídia para se referir ao mais novo escândalo da política nacional. 

(*) Da redação.
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