A insólita passagem de Adolf Hitler pelo Maranhão em meio a Segunda Guerra Mundial

Por volta de 1944, um boato iniciado na cidade de Guimarães foi crescendo ao ponto de em determinado momento chegar na capital São Luís. Tratava-se de um suposto monstro marinho, que de noite emergia do mar na Baía de Cumã, causando grande alvoroço no populares da região.

Viviamos o auge da Segunda Guerra Mundial, e ao ser informada sobre os acontecimentos misteriosos da Baía de Cumã, as autoridades enviaram aviões e navios pra região, mas nada foi localizado. 

65 anos depois, informações publicadas pela revista alemã Der Spiegel, parecem ter solucionado o mistério do Monstro de Guimarães. Segundo a publicação fora encontrado informações no diario de bordo do Submarino SS-199 de origem alemã, onde estariam as coordenadas da região de Guimarães. Tudo leva a crer que o SS-199 teria servido de transporte de fuga para o Führer e sua companheira Eva Braun. Naquele ano Hitler sofreu atentados que tinham como objetivo matá-lo e com isso dar fim ao regime nazista. 

A história é contada pelo escritor maranhense Joaquim Itapary no seu livro, "Hitler no Maranhão ou O Monstro de Guimarães". Após sofrer o atentado Hitler teria sido colocado nesse submarino e encaminhado a um local incógnito e desconhecido, como afirma a publicação esse local seria a cidade de Guimarães, mais precisamente na Baía de Cumã. No diário a data de chegada é 04 de Agosto de 1944, e por lá teriam ficado por nove noites. 


A matéria cita um pescador "Coutinho", que arrastava camarão na praia, certa noite Eva Braun entediada com a reclusão no submarino, avistou a praia pelo telescópio, dai subiu junto de dois tripulantes num bote e foi caminhar na praia, foi quando ao interagir com o pescador receberam de presente dois cestos de peixes, o qual consta no diário serviu de alimentação no retorno a Alemanha Nazista. "O Monstro de Guimarães" nada mais era que o submarino SS-199, de bandeira alemã, que desapareceu nos mares da Europa e emergiu nas águas do Maranhão um ano antes do fim da guerra.

(*)  Natanael Castro, editor.
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