A semelhança entre o filme Coringa e os atuais protestos contra o racismo nos EUA

A morte de George Floyd um negro americano por um policial em Minneapolis na semana passada, despertou uma onda gigante de indignação, trazendo com isso protestos por diversos estados americanos. Ontem, domingo (31), o Presidente Donald Trump teria sido levado ao bunker da Casa Branca e teria ficado lá por cerca de uma hora, diversas barreiras foram colocadas em frente do local, como forma de inibibr o avanço da massa de pessoas que prostestam contra o ato racista que levou a morte de George Floyd.


Tudo isso em meio a uma das maiores pandemias do mundo moderno. A prefeita da capital Muriel Bowser, decretou toque de recolher das 23:00h às 06:00h, no momento que a medida entrou em vigor a cidade estava jogada ao caos. Alguns jornais americanos citam politicos do partido democrata como incentivadores dos protestos, sites de noticia do Brasil citaram uma semelhança dos protestos de ontem na avenida paulista com a onda de prostestos nos EUA, esses sites chegam a citar o famoso especulador da bolsa George Soros, como o grande patrocinador desses focos de anarquia no continente americano.

As imagens de destruição que chegam dos Estados Unidos, nos lembram e muito as cenas do filme lançado no ano passado "Joker", que no Brasil saiu com o nome "Coringa", o enredo do filme conta a história de um palhaço interpretado pelo genial ator Joaquim Phoenix, que desde sempre levou uma vida mediocre, recheada de privações econômicas, bullying e uma doença mental que o fazia sorrir a contragosto, no auge do filme, o protagonista resolve externar todo seu sofrimento, realizando um assassinato na frente das câmeras de TV, algo que desperta a anarquia generalizada iniciada por outros palhaços levando Gotham City ao caos generalizado.


Os protestos dos últimos dias nos Estados Unidos, são os maiores desde os acontecidos quando da morte do lider negro protestante Martin Luther King em 1968. 

(*) Natanael Castro, editor.
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